sexta-feira, 13 de outubro de 2017
Varanda - Cascais (Portugal).
Reputada pela sua esplêndida praia de areia branca, pelas inúmeras lojas e encantadoras ruas de comércio e pelo seu cosmopolitismo, a vila piscatória de Cascais reinventou-se e tornou-se uma refinada estância à beira-mar e um dos destinos mais sofisticados da área de Lisboa.
A cidade, situada a poucos quilómetros da foz do Tejo, encontra-se aninhada entre a soalheira baía de Cascais e a majestosa Serra de Sintra. Exibe uma atmosfera deliciosamente marítima e requintada, atraindo visitantes durante o ano inteiro.
Cascais foi outrora um elegante retiro de Verão da monarquia portuguesa durante o século XIX e um porto de abrigo da realeza europeia durante a Segunda Guerra Mundial graças ao estatuto neutral do país. Com o passar dos tempos, esta atmosfera peculiar modificou-se e a cidade transformou-se num refinado pólo de cultura, com uma vibrante vida nocturna e uma qualidade de vida invejável. Porém, o esplendor e os ícones do seu apogeu marítimo mantiveram-se até aos nossos dias, através dos elegantes faróis, fortalezas e a Cidadela do século XVII.
O Largo de Camões assinala o centro histórico de Cascais e é uma das zonas favoritas dos habitantes locais e dos turistas. O seu ambiente animado, criado pelos inúmeros bares e restaurantes, transforma a praça num local encantador e incontornável da cidade – um lugar especial para sair à noite! Se estiver por perto, percorra a Rua Direita, a principal rua de comércio da cidade, onde encontrará bonitas lojas e vendedores de rua. Aqui perto há também pequenos centros comerciais, e as famosas feiras de Cascais são excelentes oportunidades para adquirir peças de artesanato e boas pechinchas.
Ao sair do centro em direcção à costa poderá ter a sorte de ver os pescadores a coserem as redes mesmo ao lado dos seus barcos coloridos, na Praia dos Pescadores. Em contraste com esta cena quase bucólica fica a vizinha Marina –um cenário moderno e sofisticado, onde poderá apreciar os iates de luxo, degustar delícias gastronómicas em restaurantes requintados ou entrar nas boutiques e bares da zona. Cascais é também um pólo de atracção para os noctívagos e oferece um leque alargado de opções, desde cocktail lounges a acolhedores bares de jazz e discotecas da moda.
+Foto de autor não identificado+
Palácio Real do Buçaco [Mata do Buçaco] - Luso, Mealhada (Portugal).
O Palácio Real localiza-se na Mata Nacional do Buçaco, freguesia do Luso, concelho da Mealhada, distrito de Aveiro, em Portugal.
Considerado como o último legado dos reis de Portugal constitui-se em um conjunto arquitectónico, botânico e paisagístico único na Europa, onde está instalado atualmente o Palace Hotel do Bussaco, categorizado como um dos mais belos e históricos hotéis do mundo.
O edifício foi projetado no último quartel do século XIX pelo arquiteto italiano Luigi Manini, cenógrafo do Teatro Nacional de São Carlos. Contou ainda com intervenções, em diferentes fases, dos arquitetos Nicola Bigaglia, Manuel Joaquim Norte Júnior e José Alexandre Soares.
Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1996.
[Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre].
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Ponte da Parada [Rio Ave] - Vieira do Minho (Portugal).
Uma paisagem de rara beleza enquadra a aldeia de Agra. Localizada na freguesia de Rossas, concelho de Vieira do Minho, fica no sopé da serra da Cabreira e é banhada pelo rio Ave.
Percorra sem pressas este aglomerado de casas, caminhando pelas suas ruas calcetadas em granito, e deixe-se surpreender pelos apontamentos religiosos que vão surgindo aqui e ali, como as alminhas, os cruzeiros, e a própria Capela de São Lourenço, que outrora mataram a sede à alma da população. Para matar a sede do corpo, por toda a aldeia se encontram também fontanários e bebedouros.
Além da bonita paisagem natural, que alia ao ambiente serrano uma configuração recortada pelos pequenos terrenos agrícolas cultivados e divididos por muros e sebes, herança do passado agrícola, a aldeia é pontuada por diversos locais de interesse que não deve deixar de conhecer. O percurso pedestre que descobre os Moinhos do Ave ou a interessante Ponte Romana são visitas obrigatórias!
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Igreja da Nossa Senhora do Amparo - Válega, Ovar (Portugal).
A Igreja Paroquial de Válega, também referida como Igreja de Nossa Senhora do Amparo, localiza-se na freguesia de Válega, concelho de Ovar, distrito de Aveiro, em Portugal.
O padroado da igreja de Válega pertenceu até 1150 a particulares. Desde essa data e até 1288 pertenceu ao Mosteiro de São Pedro de Ferreira após o que, e até 1583, passou a pertencer ao bispo e ao cabido da Sé do Porto. Posteriormente ficou em exclusivo ao cabido que o manteve até 1833.
O templo terá sido fundada primitivamente no lugar do Seixo Branco, onde não restam vestígios, passando em época não posterior ao século XV para o lugar da Espinha, no local hoje designado por Adro Velho.
Em meados do século XVIII a sua implantação veio a localizar-se onde se encontra atualmente, tendo as obras se iniciada em 1746, e vindo a consumir mais de um século.
No século XX, entre 1923 e 1958, realizaram-se trabalhos de conservação por iniciativa J. O. Lopes e sua esposa, M. J. O. Lopes, em que se destacou a construção do atual teto de caixotões de madeira exótica. Data desse período ainda, em 1942, a colocação do painel de azulejos figurando a Senhora do Amparo, no topo externo da capela-mor, assinados pelo atelier de Jorge Colaço e executados pela Fábrica Lusitânia, em Lisboa.
Entre 1959 e 1960 teve lugar a campanha patrocinada por António Maria Augusto da Silva, comendador da Ordem de Benemerência, que compreendeu o revestimento por placas de mármore das paredes interiores da capela-mor, do sub-coro e dos lambris gerais, o revestimento na fachada principal nas paredes interiores da nave e na parte superior do arco triunfal, com azulejos polícromos figurados da Fábrica Aleluia, de Aveiro, e os vitrais das janelas assinados por S. Cuadrado, de Madrid.
Finalmente, em 1975 teve lugar o revestimento dos alçados laterais e posterior com azulejos da Fábrica Aleluia, desenhados pelo arquiteto Januário Godinho.
O templo não se encontra classificado.
[Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre].
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Igreja Matriz de Piódão – Piódão, Arganil (Portugal).
A aldeia de Piódão, situa-se numa encosta da Serra do Açor. As habitações possuem as tradicionais paredes de xisto, tecto coberto com lajes e portas e janelas de madeira pintadas de azul. O aspecto que a luz artificial lhe confere, durante a noite, conjugado pela disposição das casas, fez com que recebesse a denominação de “Aldeia Presépio”. Os habitantes dedicam-se, sobretudo, à agricultura (milho, batata, feijão, vinha), à criação de gado (ovelhas e cabras) e em alguns casos à apicultura.
A Igreja Matriz do Piódão, situada na praça principal, é o elemento que mais se destaca do cinzento da aldeia, pintada de azul e branco. Datada do século XVII, a sua fachada foi reconstruída no século XIX ao estilo neoclássico.
[Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre].
Foto de MarioM.
Praça do Comércio ["Tree Parade"] - Lisboa (Portugal).
A Praça do Comércio, mais conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo, na zona que foi o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36000 m² (180m x 200m). É o centro da cidade de Lisboa, bem como a sua principal praça.
Em 1511, o rei D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este local junto ao rio. O Paço da Ribeira, bem como a sua biblioteca de 70 000 volumes, foram destruídos pelo terramoto de 1755. Na reconstrução, coordenada por Eugénio dos Santos, a praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal. O Complexo Ministerial com arcadas que circunda a praça, albergam parte dos departamentos dos Ministérios do Governo Português e ainda o famoso café Martinho da Arcada, o mais antigo de Lisboa, e um dos preferidos de Fernando Pessoa.
Após a Revolução de 1910 os edifícios foram pintados a cor-de-rosa. Contudo, voltaram recentemente à sua cor original, o amarelo. O lado sul, com as suas duas torres quadradas, está virado para o Tejo.
No centro da praça, vê-se a estátua equestre de D. José, erigida em 1775 por Joaquim Machado de Castro, o principal escultor português do século XVIII. Ao longo dos anos, a estátua de bronze ganhou uma patina verde. No lado norte da praça, encontra-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, a entrada para a Baixa. A área serviu como parque de estacionamento até à década de 1990, mas hoje este vasto espaço é usado para eventos culturais e espectáculos.
[Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre].
+Foto de autor não identificado+
Caravela Vera Cruz - Porto de Pipas, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores (Portugal).
A caravela foi uma embarcação inventada e usada pelos Portugueses durante o período dos Descobrimentos nos séculos XV e XVI.
A caravela portuguesa era uma embarcação rápida, de fácil manobra, apta para a bolina, de proporções modestas e que, em caso de necessidade, podia ser movida a remos. As caravelas eram embarcações de fraco calado que podiam facilmente subir os rios da costa africana.
Foi numa Caravela que Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança, em 1488.
A Caravela Vera Cruz é uma réplica exacta das antigas caravelas portuguesas.
Foi construída no ano 2000 no estaleiro naval de Vila do Conde no âmbito da comemoração dos 500 anos do Descobrimento do Brasil.
Destina-se a possibilitar o treino de vela e experiências de mar, sobretudo a jovens, a participar em provas e outros eventos náuticos, à investigação do comportamento e manobra das antigas caravelas e à realização de visitas de estudo com escolas em Lisboa e outros portos nacionais.
A caravela Vera Cruz é tripulada pelos sócios da Aporvela que se voluntariam em viagens de treino de mar e vela, sobretudo direccionadas para os jovens.
[Fonte: Aporvela].
Foto de José Luís Ávila Silveira/Pedro Noronha e Costa
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